É hora de se divertir! Piada também é um genero textual muito bom para trabalhar com as crianças, este trabalho foi bem divertido, confira a sugestão:
Para você se divertir
Tomadas
Mineirinho entra numa loja de ferragens e pede uma tomada. E o vendedor pergunta:
- O senhor quer tomada macho ou tomada fêmea?
E o mineiro:
- Ô, moço, acho que tanto faz. Nós qué uma tomada é pra acender a luz e não pra fazer criação.
É Fogo!
Um maluco telefona pro corpo de bombeiros, informando que está pegando fogo no hospício. Menos de dez minutos depois, olha as viaturas chegando ao local. Os bombeiros saltam do carro e o comandante pergunta:
- Onde é o fogo?
E o louco:
-Vocês vieram tão depressa que eu ainda não acendi!
Pão de Queijo
Tá lá o velho morrendo. De repente, ele chama o filho e diz:
- Meu filho, tou sentindo um cheiro de pão de queijo.
- Mas é pão de queijo mesmo, pai. (Essa se passa em Minas Gerais, é bom explicar.)
- É sua mãe que tá fazendo, filho?
- É, pai.
- Ah, meu filho, ninguém faz um pão de queijo melhor no mundo. Que cheirinho bom, meu Deus. Que saudade me dá, meu Deus. Vai lá na cozinha, meu filho, vai. Vai lá e traz uns pãodequeijim pra mim.
- Vou, meu pai.
Uns minutos depois, e o rapazinho volta sem pão de queijo.
- Cadê, meu filho?
- Mamãe não quis dar.
- Por quê?
- Diz ela que são pro velório.
Agora é sua vez:
Pense um pouco, você deve se lembrar de alguma piada também, ano é mesmo? Escreva esta piada para depois contar para seus colegas e juntos vocês irão rir muito. Se você souber mais que uma piada a diversão será em dobro.
Bom trabalho
Professora Alline
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Que tal mudar o gênero do texto?
A páscoa esta chegando, por isso apresentei este texto para meus alunos e pedi que com as informações dele, os grupos montassem um peça de teatro.
Aguardo a obra de arte deles, em poucos dias, vamos ver o resultados dos nossos escritores mirins.
A LENDA DO COELHINHO DA PÁSCOA
PERTO DA CASA DO MENINO JESUS HÁVIA UM PASSARINHO DE QUEM ELE GOSTAVA MUITO. INFELIZMENTE UM DIA SUMIRAM TODOS OS SEUS OVINHOS.
JESUS QUERENDO AJUDAR SEU AMIGUINHO PEDIU AUXILIO A TODOS OS BICHINHOS QUE PASSAVAM: O GATO, O CACHORRO E O COELHO.
DOS ANIMAIS SOMENTE O COELHINHO SAIU PARA PROCURAR OS OVINHOS. MAS, QUE PENA A RAPOSA HAVIA COMIDO TODOS OS OVOS.
AI, O COELHO COM PENA DELE SAIU PEDINDO UM OVINHO A CADA PASSARINHO PARA DAR AQUELA MAMÃE QUE PERDERÁ SEUS OVOS.
QUE LINDO GESTO DE BONDADE E OBEDIENCIA, POR ESTE MOTIVO JESUS O RECOMPENSOU.
DURANTE A PÁSCOA DEU AO COELHINHO A OPORTUNIDADE DE DISTRIBUIR OS OVINHOS DE CHOCOLATE A TODAS AS CRIANÇAS.
A páscoa esta chegando, por isso apresentei este texto para meus alunos e pedi que com as informações dele, os grupos montassem um peça de teatro.
Aguardo a obra de arte deles, em poucos dias, vamos ver o resultados dos nossos escritores mirins.
A LENDA DO COELHINHO DA PÁSCOA
PERTO DA CASA DO MENINO JESUS HÁVIA UM PASSARINHO DE QUEM ELE GOSTAVA MUITO. INFELIZMENTE UM DIA SUMIRAM TODOS OS SEUS OVINHOS.
JESUS QUERENDO AJUDAR SEU AMIGUINHO PEDIU AUXILIO A TODOS OS BICHINHOS QUE PASSAVAM: O GATO, O CACHORRO E O COELHO.
DOS ANIMAIS SOMENTE O COELHINHO SAIU PARA PROCURAR OS OVINHOS. MAS, QUE PENA A RAPOSA HAVIA COMIDO TODOS OS OVOS.
AI, O COELHO COM PENA DELE SAIU PEDINDO UM OVINHO A CADA PASSARINHO PARA DAR AQUELA MAMÃE QUE PERDERÁ SEUS OVOS.
QUE LINDO GESTO DE BONDADE E OBEDIENCIA, POR ESTE MOTIVO JESUS O RECOMPENSOU.
DURANTE A PÁSCOA DEU AO COELHINHO A OPORTUNIDADE DE DISTRIBUIR OS OVINHOS DE CHOCOLATE A TODAS AS CRIANÇAS.
Mauricio de Sousa - Histórico
Mauricio de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935. [Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Mauricio de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Marcio.
Com poucos meses, Mauricio foi levado pela família para a vizinha cidade de Mogi das Cruzes, onde passou parte da infância. Outra parte foi vivida em São Paulo, onde seu pai trabalhou em estações de rádio algumas vezes. Suas primeiras aulas foram no externato São Franciso, ao lado da Faculdade, no centro de São Paulo. Mas depois continuou estudos no primário e no ginásio, dividindo-se entre as duas cidades. Enquanto estudava, trabalhou em rádio, no interior, onde também ensaiou números de canto e dança. E, para ajudar no orçamento doméstico, desenhava cartazes e pôsteres.
Mas seu sonho era se dedicar ao desenho profissionalmente. Chegou a fazer ilustrações para os jornais de Mogi. Mas queria desenvolver técnica e arte. Para isso, precisava procurar os grandes centros, onde editoras e jornais pudessem se interessar pelo seu trabalho. Pegou amostras do que já tinha feito e publicado e dirigiu-se para São Paulo em busca de emprego. Não conseguiu. Mas havia uma vaga de repórter policial no jornal Folha da Manhã. E Mauricio fez um teste para ocupar a vaga. E passou.
Ficou 5 anos escrevendo reportagens policiais. Mas chegou um tempo em que tinha que decidir entre a polícia e a arte. Ficou com a velha paixão.
Criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista. Essa passagem deu-se em 1959.
Nos anos seguintes, Mauricio criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos. Para a distribuição desse material, Mauricio criou um serviço de redistribuição que atingiu mais de 200 jornais ao fim de uma década.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras. Durante esses anos todos, Mauricio desenvolveu um sistema de trabalho em equipe que possibilitou, também, sua entrada no licenciamento de produtos. Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica. Mas chegou a década de 80 e a invasão dos desenhos animados japoneses. Mauricio ainda não tinha desenhos para televisão. E perdeu mercados. Resolveu enfrentar o desafio e abriu um estúdio de animação a Black & White com mais de 70 artistas realizando 8 longas-metragens. Estava se preparando para a volta aos mercados perdidos, mas não contava com as dificuldades políticas e econômicas do país. A inflação impedia projetos a longo prazo (como têm que ser as produções de filmes sofisticados como as animações), a bilheteria sem controle dos cinemas que fazia evaporar quase 100% da receita, e o pior: a lei de reserva de mercado da informática, que nos impedia o acesso à tecnologia de ponta necessária para a animação moderna. Mauricio, então, parou com o desenho animado e concentrou-se somente nas histórias em quadrinhos e seu merchandising, até que a situação se normalizasse. O que está ocorrendo agora. Conseqüentemente, voltam os planos de animação e outros projetos. E dentre esses projetos, após a criação do primeiro parque temático (o Parque da Mônica, no Shopping Eldorado, em São Paulo, seguido do Parque da Mônica do Rio de Janeiro) Mauricio prevê a construção de outros, inclusive no exterior. As revistas vendem-se aos milhões, o licenciamento é o mais poderoso do país e os estúdios se preparam para trabalhar com a televisão.
A par de um projeto educacional ambicioso, onde pretende-se levar a alfabetização para mais de 10 milhões de crianças. A Turma da Mônica e todos os demais personagens criados por Mauricio de Sousa estão aí, mais fortes do que nunca, com um tipo de mensagem carinhosa, alegre, descontraída, dirigida às crianças e aos adultos de todo o mundo que tenham alguns minutos para sorrir, felizes.
Momento Diversão
Agora acesse o site http://www.turmadamonica.com.br/ , e divirtam-se com as historias em quadrinhos criadas por este inteligentíssimo esccritor.
Boa leitura e bom conhecimento
Professora Alline
Mauricio de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935. [Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Mauricio de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Marcio.
Com poucos meses, Mauricio foi levado pela família para a vizinha cidade de Mogi das Cruzes, onde passou parte da infância. Outra parte foi vivida em São Paulo, onde seu pai trabalhou em estações de rádio algumas vezes. Suas primeiras aulas foram no externato São Franciso, ao lado da Faculdade, no centro de São Paulo. Mas depois continuou estudos no primário e no ginásio, dividindo-se entre as duas cidades. Enquanto estudava, trabalhou em rádio, no interior, onde também ensaiou números de canto e dança. E, para ajudar no orçamento doméstico, desenhava cartazes e pôsteres.
Mas seu sonho era se dedicar ao desenho profissionalmente. Chegou a fazer ilustrações para os jornais de Mogi. Mas queria desenvolver técnica e arte. Para isso, precisava procurar os grandes centros, onde editoras e jornais pudessem se interessar pelo seu trabalho. Pegou amostras do que já tinha feito e publicado e dirigiu-se para São Paulo em busca de emprego. Não conseguiu. Mas havia uma vaga de repórter policial no jornal Folha da Manhã. E Mauricio fez um teste para ocupar a vaga. E passou.
Ficou 5 anos escrevendo reportagens policiais. Mas chegou um tempo em que tinha que decidir entre a polícia e a arte. Ficou com a velha paixão.
Criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista. Essa passagem deu-se em 1959.
Nos anos seguintes, Mauricio criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos. Para a distribuição desse material, Mauricio criou um serviço de redistribuição que atingiu mais de 200 jornais ao fim de uma década.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras. Durante esses anos todos, Mauricio desenvolveu um sistema de trabalho em equipe que possibilitou, também, sua entrada no licenciamento de produtos. Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica. Mas chegou a década de 80 e a invasão dos desenhos animados japoneses. Mauricio ainda não tinha desenhos para televisão. E perdeu mercados. Resolveu enfrentar o desafio e abriu um estúdio de animação a Black & White com mais de 70 artistas realizando 8 longas-metragens. Estava se preparando para a volta aos mercados perdidos, mas não contava com as dificuldades políticas e econômicas do país. A inflação impedia projetos a longo prazo (como têm que ser as produções de filmes sofisticados como as animações), a bilheteria sem controle dos cinemas que fazia evaporar quase 100% da receita, e o pior: a lei de reserva de mercado da informática, que nos impedia o acesso à tecnologia de ponta necessária para a animação moderna. Mauricio, então, parou com o desenho animado e concentrou-se somente nas histórias em quadrinhos e seu merchandising, até que a situação se normalizasse. O que está ocorrendo agora. Conseqüentemente, voltam os planos de animação e outros projetos. E dentre esses projetos, após a criação do primeiro parque temático (o Parque da Mônica, no Shopping Eldorado, em São Paulo, seguido do Parque da Mônica do Rio de Janeiro) Mauricio prevê a construção de outros, inclusive no exterior. As revistas vendem-se aos milhões, o licenciamento é o mais poderoso do país e os estúdios se preparam para trabalhar com a televisão.
A par de um projeto educacional ambicioso, onde pretende-se levar a alfabetização para mais de 10 milhões de crianças. A Turma da Mônica e todos os demais personagens criados por Mauricio de Sousa estão aí, mais fortes do que nunca, com um tipo de mensagem carinhosa, alegre, descontraída, dirigida às crianças e aos adultos de todo o mundo que tenham alguns minutos para sorrir, felizes.
Momento Diversão
Agora acesse o site http://www.turmadamonica.com.br/ , e divirtam-se com as historias em quadrinhos criadas por este inteligentíssimo esccritor.
Boa leitura e bom conhecimento
Professora Alline
Interessa a todos saber que procedimento adotar para tirar o maior rendimento possível da leitura de um texto. Mas não se pode responder a essa pergunta sem antes destacar que não existe para ela uma solução mágica, o que não quer dizer que não exista solução alguma. Pode-se afirmar que uma leitura proveitosa pressupõe, além do conhecimento lingüístico propriamente dito, um repertório de informações exteriores ao texto, o que se costuma chamar de conhecimento de mundo. Levando em conta o conhecimento que o aluno trás de casa este blog visa dividir atividades que deram certo em aulas de Oficinas Curriculares na Escola de Tempo Integral. São sugestões que serão postadas e comentadas por outros profissionais
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